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Com que frequência devemos mudar de óculos?

Avaliação da saúde visual – visita ao consultório

    A verdadeira questão que devemos fazer não é com que frequência devemos mudar de óculos, mas sim com que frequência devemos fazer uma avaliação de rotina visual. Nem sempre a avaliação implica a mudança de graduação. Servindo apenas para garantir que o nosso sistema visual está em equilíbrio no caso de usarmos óculos, as nossas lentes continuam adequadas. 

    Descuramos muitas vezes a nossa saúde visual e por vezes não recorremos a um especialista da visão com a regularidade necessária. Mesmo que não use óculos, consultar regularmente um optometrista é recomendável a cada dois anos. No caso de não usar óculos, mas apresentarem outros problemas de saúde, a rotina de avaliação deve passar a ser anual. Já no caso de quem usa óculos, é uma rotina obrigatória. A cada ano ou mesmo de 6 meses, dependendo da idade, do problema visual associado, da exigência profissional e do estilo de vida. A sua prescrição era a correção refrativa correta e necessária no momento em que fez a consulta. Com o passar do tempo, novas exigências visuais e outras condições de saúde vai sofrer alterações e causar incomodo.



    Estamos cada vez mais horas em frente a dispositivos digitais, mesmo nos momentos de lazer, a exigência visual no local de trabalho e na escola é cada vez maior. E isso faz com que seja cada vez mais comuns o aparecimento e evolução dos erros refrativos. Por isso não é de estranhar que em menos de um ano possam surgir sintomas como dores de cabeça, vista cansada e turva, dificuldade a conduzir à noite, sensibilidade à luz e dificuldade em perceber as letras mais pequenas quer ao longe, quer ao perto. Estes sintomas, por serem momentâneos, tendem a ser ignorados. Contudo, a longo prazo podem causar danos na visão e evoluir descontroladamente, pois como em tudo o segredo do sucesso está na rapidez de deteção e resolução.

No consultório

    O optometrista avaliará para além da acuidade visual a sua saúde visual, nomeadamente a estrutura interna do olho. Verificará se existe necessidade de graduação ou até mesmo a indicação de uso de lentes especiais para proteção adicional. Quem tem olhos excessivamente suscetíveis à claridade pode beneficiar de lentes fotossensíveis, e quem usa muito os aparelhos digitais pode beneficiar de um tratamento específico para a luz azul.

Avaliação e manutenção dos óculos – visita à ótica

    Outro fator importante a ser analisado é o estado das armações e das lentes. Apesar de frequentemente esquecida, a manutenção das armações e lentes é de extrema importância. É importante optar por uma ótica de qualidade e da sua confiança, para garantir a entrega de um produto que obedece às especificações e a receita do especialista. Bem como uma garantia de manutenção e assistência. Visitas frequente à ótica para verificar o estado das lentes, hastes e parafusos. Bem como a realização de pequenos ajustes serão úteis para prolongar o tempo de vida dos seus óculos. Adquirir os produtos corretos para limpeza das lentes, bem como ouvir os concelhos de manutenção serão também de grande utilidade.

    O tratamento adequado das lentes vai evitar manchas e riscos nas lentes. Estas alterações são por vezes quase impercetíveis para quem tem dificuldade de visão, mas detetadas por um especialista, evitando assim que prejudique a sua visão.

    Muitas vezes, o paciente acaba por mudar as lentes, sem alterar a armação usada. Nesse caso, é importante pedir uma avaliação do estado da armação. Verificar se esta se encontra em perfeitas condições para suportar uma nova montagem, se é adequada à nova graduação ou se está mais frágil que o normal.

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